A Titulação Não Será Necessária Para Encontrar Emprego 1

A Titulação Não Será Necessária Para Encontrar Emprego

Frases como “estuda uma corrida se quiser prosperar e ter um futuro estável”, ou “se você tem dois pós-graduação e um mestrado se comerás o universo”, localizam-se nas memórias de quem eram estudantes, há alguns anos. Muitos têm seguido à risca, e se encontraram com que esse título universitário que abriria todas as portas do triunfo de trabalho, não só não o fez, se não as tenha fechado. Quais serão os perfis profissionais mais procurados em 2019?

A última recessão econômica vem sendo o motor que foi derrubado estes velhos dogmas, como se se tratassem de um castelo de cartas. Diante da inexistência de postos de trabalho, e a abundância de candidatos, as corporações deixaram de olhar pros títulos e mestrados pra se concentrar em localizar aqueles traços que marcam a diferença. Borja estudou FP1 em grau administrativo, depois de três anos e fazer uma etapa de 2 meses, conseguiu meter a cabeça numa das mais recentes organizações de telefonia móvel do Brasil.

  • Quatro Ajuda a trabalhar de modo menos difícil
  • dois – Colaborar em que não se incomoda mais Geografo
  • 2 Modelo orientado a equipamentos
  • Alta disponibilidade

Hoje tem um emprego estável, com um ótimo horário que lhe permite viver de modo tranquila e feliz. Elena se formou em Direito e Jornalismo, durante 8 anos, depois de fazer tuas práticas em um meio de comunicação com um prazeroso efeito de serviço, lhe deram a notícia de que não podiam fazer-lhe um contrato.

Havia muita busca de jovens universitários que, como ela queria trabalhar no jornalismo. Continuou à procura de emprego, entretanto o público não conseguia acessar nenhuma entrevista, a causa que lhe davam era que estava sobrecualificada, e nenhuma das ofertas se adaptava a um perfil que exige mais experiência e menos titulação. Borja e Elena são 2 claros exemplos de uma realidade que ocorre no mercado de serviço. As organizações de recursos humanos parecem desconsiderar os títulos.

Já não importa o que tenha corrida, doutorados ou mestrados, o que marca a diferença é o que transportar, e a tua experiência. De acordo com detalhes da Fundação Conhecimento e Desenvolvimento, ao longo do passado curso de 2016/2017 aconteceu uma queda de 1,4% no número de alunos matriculados em graus universitários.

Este declínio ocorre pelo quinto ano consecutivo, e deixa o sistema universitário português com o número de 1.300.000 alunos de graduação. As previsões para o futuro não são melhores. Segundo os últimos dados, dentro de 20 anos, terão desaparecido 47% dos empregos que nos dias de hoje conhecemos. A tecnologia, a Inteligência Artificial e o Big Data, são conhecimentos que nos podem abrir as portas para o mercado de trabalho.

Segundo citou Davi Furtado, technology strategist da Microsoft, no decorrer da mesa redonda a respeito da realidade da Inteligência Artificial em Portugal organizada na ISDI, “pesquisamos pessoas com desejo de estudar, não olhamos para os estudos nem sequer os títulos. Acabou-Se a titulação universitária, imediatamente dá similar. O que está mais na moda é a Inteligência Artificial e 75% de nossos trabalhadores têm conhecimentos de Big Data, matemática e controlam-se fenomenalmente com a tecnologia”, comenta.

“A resposta que desejamos ouvir é um não imagino fazer isso, se não quanto tempo vou demorar em aprendê-lo”, conta. Olga Branco, causador da área de Inteligência Artificial na IBM, considera que “o que acontece é que estão a aparecer algumas profissões e não há estudos para elas. Nenhuma pessoa que compõe a minha equipe, imaginava que se ia dedicar à Inteligência Artificial.

Mas neste instante não o bastante pra terminar os estudos, buscam-se trabalhadores que tenham a mente mobilado e que tenham a competência de se adaptar aos novos desafios que institui a tecnologia e a Inteligência Artificial”. Mas não apenas as corporações marcam os novos requisitos, se não que os trabalhadores assim como marcam seus limites. A instabilidade de trabalho fez com que percamos o susto de mudanças, e o maior problema que enfrentam as organizações é a reter seus talentos. “Talentos existem, contudo o complicado é que tenham acordo com a tua corporação.