Spotify, a empresa tecnológica que mudou o ritmo e o passo da indústria musical, não vai doar com a chave da rentabilidade. A organização sueca com sede em Luxemburgo anunciou segunda-feira que de imediato ultrapassou os 100 milhões de assinantes de pagamento (os usuários mensais ativos agora superam os 217 milhões).
Um marco ofuscado pelos detalhes económicos do primeiro trimestre do ano, com perdas de 142 milhões. “Spotify tem uma desvantagem em relação a outros negócios digitais, e é o seu modelo de amortização. Alberto Torres, professor de Icemd, Instituto de Economia Digital da ESIC, acredita que a dificuldade do Spotify imediatamente estava em tuas origens.
“O setor de música foi um dos primeiros a afrontar a transformação digital, e não se adaptou bem. Spotify surgiu em 2005, no auge da pirataria. As gravadoras procuravam uma escolha ao modelo iTunes, que oferecia um dólar por música baixada, e não era rentável pra elas.
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E acreditaram que a solução foi apostar em um mercado como o Spotify, que, no entanto, partia do defeito de base de não conceder valor ao conteúdo, uma questão que ainda quinze anos depois”, diz Torres. “Ao ceder os conteúdos sem qualquer custo —explia— ele deixou claro que era um paradigma fundado em publicidade.
O intuito era gerar tráfego, não valorizar a música. A indústria cinematográfica fez muito melhor. O Spotify com conteúdos gratuitos”. “Nunca se ouviu tanta música como até já, no entanto não há forma de rentabilizar um negócio em que o conteúdo não tem valor e o que as suscripiciones crescem à apoio de ofertas.
a Menos que o propósito de futuro seja vender os dados acumulados”, conclui Torres. As ações do Spotify caíam nesta semana acima de 2%, e se situam no ambiente de 132 dólares, o preço de fonte com o que a empresa desembarcou em Wall Street ante a modalidade de “listing”.
Um regresso ao ponto de partida, após ter tocado máximos superiores a 190 dólares. Todavia, Antonio Sales, analista de MERCADOS, acredita que “pode ser uma aposta de futuro. Embora a tua circunstância é um pouco complicada, é um investimento envolvente em médio e comprido prazo.

